Escritores geniais

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Estou aqui começando por mostrar apenas ‘alguns’ gênios. Lógico que há inúmeros outros   sobre os quais pretendo escrever. Aliás, há milhares de autores que não são exatamente gênios, mas que são clássicos. Alguns não chegam (ainda) a ser clássicos, mas são ótimos autores, cuja leitura só pode nos acrescentar algo. Que seja entretenimento, ótimo que seja. Sempre deixará em nossa mente algum rasto. Navegar é preciso, ler é preciso.
Não preciso que os leitores concordem sempre comigo, gostem dos livros de que gosto, achem necessário conhecer algumas das obras sobre as quais escrevo.  Podem me enviar sugestões, se assim desejarem. Acatarei as que fazem sentido para mim. Talvez até já estejam na minha lista, esperando o seu momento de entrar. De qualquer forma, será sempre um prazer receber notícias, ter interlocutores. O mundo virtual nos proporciona muitas vantagens, mas é bastante desagradável a sensação de estar falando sozinha. Espero sua mensagem.

DOIS GÊNIOS

Por falar em gênios, há dois que considero imperdíveis. Você, que  é ou deseja ser um leitor,  não pode morrer sem ler Shakespeare e Cervantes. Vou deter-me neles depois. Shakespeare é o autor que, ‘se eu ficasse perdida numa ilha e pudesse ter apenas um livro’… eu quero aquele que contem  as tragédias do bardo. Ele nunca pára de ensinar coisas. Eu nunca paro de achar maravilhoso. A palavra não é bonita, mas eu sou isso: bardólatra. Pronto. Falei.

 

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